quarta-feira, 2 de abril de 2014

Fotogramas | Março'2014 em fotos

Março foi o mês do Carnaval, do respectivo jantarzinho de preparação {na noite anterior} e do convívio do próprio dia/noite/madrugada. Nós de sevilhanas, eles de ciganos. E foi mesmo uma folia!! Março é o mês de início da Primavera. Ou devia ser... Se por {raríssimas} vezes o Sol deu ares da sua graça, o mês foi muito triste meteorologicamente falando. Chuva, frio, trovoada, sol {pouco}, arco-íris, chuva, muito frio, chuva... Mas tivemos uma semaninha de verdadeiro pré-Verão que soube tãããão bem {e deixou tantas saudades}. Esses foram dias muito bem aproveitados, a "esplanadar", ver o pôr-do-sol, passear... Mas se por momentos pensei em arrumar as botas e dar às sabrinas o seu "lugar ao sol", rapidamente o tempo se inverteu e... pronto, confesso, não voltei às botas! :p  Foi um mês de novas experiências culinárias e da certeza de que as massas são o nosso "futuro". Culinariamente falando é aquilo em que melhor nos entendemos. Ambos temos prazer em confeccioná-las e, claro, em saboreá-las. Foi um mês de muuuito docinhos, uns para casa, outros "para fora" {que tenho mostrado e mostrarei num próximo post}. Março trouxe também o início da planificação da Páscoa no que toca a docinhos do Pote d'El Rey. E são tantos e tão bons. Março foi um bom mês.
Abril, por favor, trás de volta o calor!


Party time!! {Carnaval}  |  Não sei se acredito...
Outro dia de sol!  |  O que seria das comemorações sem os doces?!

Adeus botas! {ou não...}  |  Vivo no Paraíso!!
Massa chinesa à moda do Chef cá de casa  |  Primavera!!

Aproveitando o solinho  |  Novo morador
Mimos {para ele} ;p  |  Crescidinhos!

Feira de antiguidade e coleccionismo  |  Arco-íris
Tenho uma vista fantástica!  |  Preparativos

Pecado da Gula | Novas leituras, novos sabores #2


O T. adora massas e está entusiasmado em aprofundar os conhecimentos e habilidades na sua confecção e eu adoro {livros de} culinária. Então, qual será o miminho mais óbvio para lhe dar e ser apreciado e saboreado por ambos? Um livro de culinária de massas, claro está!
Depois de algum tempo de espera, chegou, finalmente, o "livro" que encomendei para lhe oferecer.


"amo.te Pasta"  |  3,00€ - FNAC



Mas a preguiça hoje apoderou-se dele e terei de ser eu a pôr as mãos na massa {literalmente}. Que chatice... eu nem gosto nada...

O resultado {espero...} irá ser um Tagliatelle com toucinho fumado, cogumelos e pinhões. E, para acompanhar, um granizado de frutos do bosque.


Parece-vos bem?
Se sim, aguardem pelas respectivas receitinhas {e fotografias} que já estão "ao lume".

terça-feira, 1 de abril de 2014

Querido Diário | Quem te avisa teu amigo é...


Se ele vos ligar a dizer que saiu mais cedo, já deu uma arrumação à casa e está a começar a preparar um jantarzinho bom ...
Se vos disserem que a chave do euromilhões de hoje é mesmo mesmo a vossa ...
Se chegarem ao local de trabalho e o chefe vos disser que vão ser aumentados ...
Se estiverem há "séculos" à espera de ser pedidas em casamento e hoje for, finalmente, o dia ...


... Calma!! Não desmaiem de alegria, porque não vale a pena...
... é Dia das Mentiras!!




Ou então analisem bem a situação. Talvez seja melhor, não vá acontecer algo deste género:




Deixo-vos um link com belas mentirinhas {adorei a do esparguete!!}: aqui

sábado, 29 de março de 2014

sexta-feira, 28 de março de 2014

Por aí ... | Visita guiada por Angola?





Quem alinhava numas visitas guiadas por Angola aqui no SweetSense?

Faz hoje precisamente 2 anos que iniciei uma visita de duas semanas a Angola. Há cerca de um ano comecei a escrever sobre isso no Me7ades, mas acabei por não desenvolver e fiz apenas um post.
Agora que, chegada a Páscoa, relembro essa experiência maravilhosa, ficou a apetecer-me escrever sobre ela e partilhar com vocês esses 15 dias {que pareceram uma eternidade de tão intensos e um fugaz momento de tanta vontade de repetir e saudade que deixaram}, talvez por ter receio que alguns momentos se vão perdendo na minha memória se não os deixar registados.
Não será fácil porque, para além de já ter esquecido algum pormenores e "sequências", na minha opinião, só quem lá vai consegue sentir e viver aquelas terras e aquelas gentes. Contado não é a mesma coisa... não dá para ter noção das experiências, das paisagens, dos cheiros {que ainda tenho tão presentes}...
Gostavam de ver fotos (tiradas por mim) e algumas descrições da viagem por aqui ou seria "maçador"?

quarta-feira, 26 de março de 2014

Querido Diário | Carta de quem quer ser mãe

Calma, não é para já. Mas, certamente, quererei.
E não podia concordar mais com este texto.


Caro Pedro {Passos Coelho},

Soube da sua preocupação com o baixo índice de natalidade. Compreendo a sua inquietação com um dos mais graves problemas do país e, como membro integrante da nossa juventude, partilho da sua angústia com esta pirâmide que teima em inverter-se cada vez mais. Escutei-o dizer que está disponível para “ouvir uma série de sectores e pessoas”, então aqui estou empenhando toda a minha proactividade que, como todos sabemos, é uma qualidade que muito aprecia e incentiva.

O meu espírito é colaborativo, por isso não entrei por medidas altamente criativas, que pudessem rapidamente ser catalogadas como utópicas e sonhadoras. Limitemo-nos a falar em melhores práticas de outrora:

1 – Devolver-nos o emprego. É que as fraldas são caras. E as papas e a roupa e os medicamentos e a creche. E os brinquedos, que também são precisos.

2 – Devolver-nos os contratos justos. Não que sejamos gente de se acomodar, mas só para termos uma garantia mínima de que de um dia para o outro não deixaremos de estar empregados. E que quando deixarmos de ser úteis, usufruiremos das ajudas que são nossas por direito.

3 – Devolver-nos a taxa e a sobretaxa e a taxa sobre a taxa por sua vez já taxada. É que 100 menos 25, menos 11, menos 7, menos 3,5, menos 2,5, menos o subsídio dá… quase nada.

4 – Devolver-nos a progressão de carreira. Um congelamento físico é doloroso mas este molesta ainda mais.

5 – Devolver-nos a hora diária extra no horário laboral. É que nessa hora conseguimos ligar a máquina de roupa, pôr o jantar ao lume, arrumar os legos espalhados pela casa e ainda dar banho ao traquina antes de o deitar.

6– Devolver-nos a reforma. É que uma mamã com a ajuda de uns avós disponíveis é sempre uma melhor mamã.

7 – Devolver-nos a confiança. Eu sei, é o mais difícil. A maioria das vezes nem um amor assolapado consegue colar cacos outrora partidos. Mas é o mais importante. E uma vez recuperada, motivação reforçada, caminho desimpedido.

Tenho a certeza que o professor Joaquim Azevedo e a sua equipa terão outras óptimas sugestões para que deixemos de estar em “alerta super vermelho”, como o próprio classificou. Mas se nos restituir tudo isto, ou pelo menos a maioria, prometemos ficar por cá e atingir este objectivo comum. Prometemos um rectângulo à beira-mar plantado cheio de petizes interessados, guerreiros, corajosos e felizes.

Com os melhores cumprimentos, Eu. Nós, a juventude do seu país.


de Diana Albuquerque Abrantes, aqui.

Querido Diário | Abraço gay


Colocaram homossexuais e homofóbicos na mesma sala e pediram que se abraçassem. 
Vejam o sucedido.



Cruzei-me com este vídeo nas redes sociais e deixou-me a pensar...
Confesso... faz-me confusão que ainda haja pessoas a quem um abraço de um homossexual ainda faz confusão {paralelismo propositado ;)}. Se nas pessoas mais velhas acho relativamente compreensível, dado que normalmente são mais conservadores, nos jovens é uma atitude que não compreendo mesmo!