domingo, 13 de abril de 2014

Pecado da Gula | Vai ser uma Páscoa muito doce

Andam às voltas a pensar no que vão colocar na mesa de Páscoa?
Cá vão as minhas sugestões:



Pequenos docinhos:

Bolinhos do Paraíso
Doce conventual de Gemas e Amêndoa

Beijinhos de Côco

Cenourinhas



Outros maiorzinhos:

Coelhinho ocupa o ninho
Bolo de Amêndoa com cobertura de Glacê

Ninho de Páscoa
Bolo de Cenoura com cobertura de Chocolate e Fios-de-ovos


E os "clássicos":

Pão-de-Ló de Ovar
Quem lhe resiste?!



sábado, 12 de abril de 2014

Pecado da Gula | Novas leituras, novos sabores #4


Neste dia vieram comigo apenas {incrível!!} este dois:


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Foram os eleitos porque apresentam soluções práticas para o dia-a-dia, sem ingredientes difíceis de encontrar e as receitas são de fácil e rápida preparação.
Confesso que já os tinha folheado algumas vezes, mas não me chamaram muito a atenção. Mas, depois de no dia anterior me sentar a folhear com calma o "Feito em Casa" da Bunyssa, mudei de opinião. São realmente práticos para as refeições do quotidiano e era isso mesmo que precisava, para quando a imaginação me trai, porque livros mais específicos e com receitas mais elaboradas já tenho bastantes {na estante e raramente lhes "pego", é verdade...}.


E de maneira que já só falta este para concluir a bibliografia da Joana Roque:


Mas jurei a mim mesma que só o compro depois de experimentar algumas receitas dos dois que já tenho.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

África Minha | Angola - visita guiada #1


Angola está-me no sangue.
Os meus avós paternos viveram lá entre 1953 e 1975, passando por várias terras, um pouco por todo o território de Angola, onde nasceram 3 dos 4 filhos {entre eles o meu pai}. Desde sempre me lembro de ouvir as calorosas, entusiasmadas, saudosas, mas também perigosas {algumas} histórias e peripécias. Os meus avós quiseram que os netos conhecessem aqueles anos inesquecíveis da{s} sua{s} vida{s} e Angola sempre foi tema de conversa e interesse em qualquer convívio familiar. Embora nas suas histórias figurasse uma Angola completamente diferente da actual {e sempre tive consciência disso}, foi aí que começou o meu fascínio por África , nomeadamente por Angola.
Há alguns anos o meu pai voltou para lá, por onde foi ficando até agora. Com o pai a viver em Angola surgiu a oportunidade de finalmente concretizar o sonho de conhecer um bocadinho melhor esse {grande} cantinho.

A viagem que vou descrever-vos foi realizada na Páscoa de 2012, mas, na realidade, a sua planificação começou um ano antes, em 2011. Todas as fases foram sendo descritas no Me7ades...
No entanto, em 2011, eu e mano esperámos pelo visto necessário à viagem até ao dia do voo, mas não conseguimos... É um processo bastante complicado {embora agora esteja um bocadinho mais fácil} {podem acompanhar o processo e respectivas dificuldades aqui e aqui}.
Em 2012 finalmente conseguimos os vistos {aqui e aqui}.
No dia 28 de Março começou a viagem de 15 dias que nunca irei esquecer e que tenho a certeza de querer repetir.




1º Dia


A viagem e a chegada: Porto - Lisboa - Luanda


1. Voo atrasado  |  2. Sobrevoando Porto/Gaia

Depois da aflição de quase perdermos o avião Lisboa-Luanda {porque o voo Porto-Lisboa se atrasou muito}, esperavam-nos 8h de voo para acalmar e repor energias. Coisa que no meu caso não se verificou pois estava muito nervosa e sentia-me estranhíssima; descobri depois que seriam os efeitos do Mephaquin - medicamento para prevenção da malária; nessa nunca mais me apanham, venha de lá outra marca qualquer nem que custe 15 vezes mais {como é o caso do Malarone - 45€+45€ - que tomei no ano anterior e não provocou efeitos secundários}... pelo menos em mim o Mephaquin - 6€ - teve efeitos secundários fortíssimos...



Após as tais 8h a rebolar na cadeira, mudar de lugar, por de pé, voltar a sentar, venha daí mais um filme... agora uma musicola para ver se embalo... e agora WC só para ver se estico as pernas... {isto enquanto os restantes passageiros dormiam profundamente}, aterramos finalmente em Luanda, de manhã cedo, por volta das 6h00. Se tínhamos saído do Porto debaixo de chuva, ao chegar a Angola deparamo-nos imediatamente com o calor que se fazia sentir. Um calor diferente de todos os que já tinha sentido... E o cheiro da "terra"? Ainda hoje consigo sentí-lo... Foram os aspectos que melhor recordo da chegada {o ar abafado e o cheiro da terra}.
Mais uma horita e meia "escaldante" {tudo servia de leque...} no aeroporto à espera que reconhecessem os documentos de todos os passageiros... e finalmente encontramo-nos com o pai no local de chegada dos passageiros. Confesso que tinha saudades, muitas, mas estava tão ansiosa por ver as coisas "lá fora", que mal acabaram os abracinhos e beijinhos quis sair do aeroporto e respirar aquele ar.

1 e 2. "Venda" (mercado de rua)  |  3. Taxis (carrinhas Hiace azul e branca) - algumas
chegam a levar 20 pessoas e funcionam tipo autocarro,
vão fazendo várias paragens  |  4. Estrada no centro de Luanda


A chegada a Luanda é um impacto. Há tanto trânsito e um movimento tal de pessoas, buzinadelas, motinhas, motoretas, transportes esquisitos {modificados} que fiquei meia atordoada, confesso. Mas com o sentimento incrível de estar a descobrir algo completamente novo - para mim, claro. E os táxis?!? São tantos mas tantos... e vão a "rebentar pelas costuras".
Nas ruas/estradas de Luanda vende-se de tudo e mais alguma coisa, e artigos que nunca imaginaria. Desde tecnologia a sanitas, passando por alimentos, pneus, sofás... tudo o que consigam imaginar e algo mais além disso, certamente...
Em hora de ponta consegue demorar-se meia hora para fazer uns {poucos} metros de estrada... Quando ouvem falar que o trânsito de Luanda é caótico, acreditem no que vos dizem... {se bem que andando a determinadas horas não se apanha tanto movimento...}

O resto da manhã {o pouco que sobrou depois do trânsito} foi ocupado a tratar de documentos em Luanda.

Não tenho muitas fotografias deste primeiro dia em Luanda porque, na realidade, não estávamos numa de visitar, mas sim a tentar resolver uns assuntos e, portanto, a manhã foi uma correria...



{aguardem pelos próximos capítulos...}

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Pecado da Gula | Tagliatelle com atum e cogumelos

Com a chuvinha "manhosa" que caía no dia em que fiz este prato, a vontade de sair de casa para ir às compras era tanta como para fazer crochet. Então, o almoço teve mesmo de ser feito com o que havia por casa, essencialmente os ingredientes que sobraram desta receita {que aqui não se estraga nada...}. De improviso, cá vai mais uma pasta {porque é mais pomposo do que "massa"}, que por sinal ficou maravilhosa; digo eu, que gosto de "misturas"...


Ainda a fumegar...



Dificuldade: Fácil  |  Tempo: 25 minutos  |  Porções: 2 pessoas
Preço de custo: 3,50


Ingredientes:
  • 200g de Tagliatelle
  • 1 colher {sobremesa} de Azeite
  • 1/2 Pimento vermelho, picado
  • 2 dentes de Alho
  • 1/2 Cebola pequena
  • 70g de Cogumelos frescos, fatiados {usei "Paris"}
  • 1 lata de Atum
  • Espinafres q.b.
  • Polpa de Tomate q.b.
  • 150g de Queijo fresco
  • Queijo ralado q.b. {opcional; podem retirar caso queiram um prato menos calórico}
  • Sal e Pimenta q.b. 

Confecção:

Cozer a massa em água a ferver temperada com sal durante 10-12 minutos ou até estar al dente.

Escaldar os espinafres, não deixando cozer muito. Escorrer e reservar.

Entretanto, triturar {na 1-2-3} o pimento, o alho e a cebola {que previamente fatiei}. À parte, triturar o queijo fresco {desta vez triturei na 1-2-3 e ficou muito melhor}. Reservar ambos.

Aquecer o azeite numa frigideira anti-aderente e cozinhar o preparado de pimento durante 2-3 minutos. Acrescentar os cogumelos e deixar cozinhar até largarem a água. Juntar o atum e um pouco de polpa de tomate e temperar de pimenta. Deixar apurar. Por fim, juntar os espinafres e deixar cozinhar um pouco. 

Reduzir o lume, juntar o queijo fresco triturado e o queijo ralado e deixar apurar em lume muito brando, até o queijo ralado derreter. Reservar.

Escorrer a massa e misturar com o preparado anterior.





Mais uma vez, as fotografias são tiradas pelo telemóvel... e não pode exigir-se-lhe mais.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Pecado da Gula | Picadinho de Havana {Cuba}


O primeiro país a ser eleito para esta saga dos jantares temáticos a dois foi ... Cuba!!!

Apesar da nossa intenção para estes jantares, que ontem começaram, ser fazer uma entrada, o prato principal, uma sobremesa e {quando possível} uma bebida típica do país escolhido, hoje, pela falta de tempo e inexperiência, fizemos apenas o prato principal.





"Picadillo a la Habanera

Dificuldade: Fácil  |  Tempo: 40 minutos  |  Porções: 3 pessoas
Preço de custo: 6,00€


Ingredientes:
  • 450 g de Carne de vaca, picada
  • 2 colheres {sopa} de Azeite
  • 1 Cebola grande, picada
  • 2 dentes de Alho, picados
  • 1/2 Pimento vermelho
  • 1 folha de Louro
  • 1 colher {chá} de Orégãos, desfeitos nos dedos
  • 1 colher {café} de Cominhos
  • 1 lata de 390g de Tomate pelado
  • 1 dl de Vinho branco seco
  • 8 Azeitonas descaroçadas
  • 1 colher {sopa} de Alcaparras
  • 1 colher {sobremesa} de Sultanas
  • Sal q.b.

Confecção:

Limpa-se o pimento das sementes, corta-se em tiras que se picam. Picam-se também as azeitonas, grosseiramente. Põem-se as passas de molho num pouco de água e escorrem-se as alcaparras.
Leva-se o azeite ao lume num tacho com a cebola, os alhos, o pimento picadinho, a folha de louro, os cominhos e os orégãos. Mexe-se e, quando a cebola estiver translúcida, adiciona-se a carne picada. Mistura-se tudo e deixa-se fritar até a carne alourar bem, mexendo de vez em quando.
Logo que a carne estiver frita, deita-se o tomate, o líquido da lata e o vinho, voltando a mexer para misturar tudo. Tempera-se com sal, tapa-se e deixa-se cozinhar em lume fraco, mexendo de vez em quando. Escorrem-se as passas e enxugam-se.
Quando estiver quase pronto juntam-se as azeitonas, as alcaparras e as passas. Vai-se mexendo até o molho reduzir e apurar bastante.
Serve-se com arroz branco.


Receita de "O livro de Pantagruel. De Garfo e Faca à volta do Mundo"

                                                        ~~~~~~~~


Nós adoramos!! Embora pensasse que os cominhos {que não aprecio muito...} fossem dar um sabor demasiado intenso ao prato, penso que são o ingrediente-chave para sentirmos Cuba mesmo ali, à nossa frente.
Este jantar fez-me lembrar tanto um jantar que fiz em Cuba, há precisamente 4 anos, num restaurante tão bom e tão giro, com sabores únicos, empregados fantásticos e uma decoração mesmo acolhedora. Tenho tantas memórias desse restaurante como pena de não me lembrar do seu nome.

E, apesar de termos feito apenas o prato principal {na realidade eu fiz apenas o arroz, tendo o T. tratado do "Picadillo"} foi, sem dúvida, uma óptima estreia!!

domingo, 6 de abril de 2014

Das boas ideias! | Namasté

Há uns dias, enquanto me perdia pela internet a ver "casinhas de sonho", deparei-me com esta e dei por mim a sonhar com um sítio assim para relaxar...

Quando Steve Areen pensou na casa dos seus sonhos para descansar, calculou os gastos e percebeu que, sendo feita pelas suas próprias mãos, só precisaria de 6.600€ e um lugar para a construir, que um amigo lhe cedeu... na Tailândia.
Não é pouco, está certo... Mas é fantástico o que ele conseguiu fazer em apenas 1 mês e meio...
Tudo começou assim:



Com a ajuda de um amigo, Steve começou a "levantar" a casa dos seus sonhos: 



A estrutura da casa custou apenas 4.400€. Na Tailândia os materiais de construção são baratos, mas é inacreditável como ele conseguiu fazer um "recanto" tão agradável com relativamente pouco dinheiro e em tão pouco tempo.




Os detalhes da construção, assim como os móveis da casa, custaram mais 2.200€. 


Mas pelas fotos parece tudo que valeu muito a pena… Conseguiu fazer uma casinha harmoniosa e tão querida!











Mais imagens aqui.